Comitê Setorial da Agrodefesa valida Plano de Ação da Diretoria de Defesa Agropecuária

Prosseguindo na implementação do Programa de Compliance Público da Agência o Plano de Ação é mais um avanço no processo de implantação e execução de Programa instituído pelo Governo de Goiás, com foco na probidade, transparência e boas práticas de gestão governamental


O Comitê Setorial do Programa de Compliance Público (PCP) da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) validou, nesta quinta-feira (23/09/2021), o Plano de Ação do Programa, referente às gerências da Diretoria de Defesa Agropecuária, bem como ações da própria DDA. A consolidação do documento significa um passo fundamental no processo de implementação do Eixo IV – Gestão de Riscos em atividades gerenciais da Agrodefesa.



Todo o trabalho foi desenvolvido neste ano, valendo-se de reuniões virtuais, bem como presenciais, com envolvimento dos membros do Comitê Setorial, da Secretaria Executiva do Comitê, da Diretoria de Defesa Agropecuária, de consultores da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e dos gerentes das áreas técnicas abrangidas nesta etapa.

Na abertura da reunião de validação, o presidente José Essado enalteceu os avanços do Compliance Público na Agrodefesa e cumprimentou as equipes que têm se empenhado para cumprir o cronograma de implantação e execução do PCP.



A coordenadora geral da Secretaria Executiva, Elíria Teixeira, falou do objetivo da validação do Plano de Ação da DDA e informando que os trabalhos foram conduzidos por cada gerência, em reuniões individuais, contando com a presença dos profissionais da gerência específica, capitaneada pelo (a) gerente, que é o proprietário do risco, além dos membros da Secretaria Executiva, dos consultores da CGE, bem como do diretor de defesa agropecuária, Sérgio Paulo Coelho e seus assessores, onde foram construídas as ações, passo a passo, objetivando melhorias na gestão.



Passou-se, então, à apresentação resumida do Plano de Ação, proferida por Rafael Costa Vieira, que fez um histórico do processo de gestão de riscos desenvolvidos na Diretoria de Defesa Agropecuária (DDA) até o presente momento, destacou que foram identificados e priorizados 16 (dezesseis) riscos nas 8 (oito) gerências ligadas à DDA, além de dois outros comuns a todas as gerências, que foram assumidos pela Diretoria e que totalizaram 31 (trinta e uma) ações de controle.

 


Após a apresentação, os membros do Comitê Setorial apresentaram suas visões sobre o trabalho relatado. Dr. Márcio Potenciano e Luiz Bruno Roriz, da Procuradoria Setorial e Chefia de Gabinete, respectivamente, elogiaram o trabalho e a apresentação e parabenizaram todos os envolvidos na consecução dos resultados, ao mesmo tempo em que votaram pela aprovação.

Augusto Amaral, da Diretoria de Gestão Integrada enfatizou o número elevado de ações baseado nos riscos, e lembrou a correlação dos riscos e ações com a Diretoria de Gestão Integrada (DGI), principalmente em se tratando da capacitação de servidores e a informatização dos processos, para dar fluidez às demandas. Lembrou, ainda, que os riscos da área administrativa estão entrelaçados com os riscos da área técnica, e vice-versa. Votou pela aprovação do Plano de ação.



O Diretor da DDA, Sérgio Paulo Coelho que já aprovara o Plano de Ação durante o fechamento do mesmo antes da apresentação para o Comitê Setorial, expressou o seu contentamento por estar à frente de uma equipe bastante empenhada em elaborar trabalho dessa magnitude e disse esperar de a Agrodefesa dar um grande passo visando aprimorar o trabalho da defesa agropecuária
no Estado de Goiás.



Concluindo a apreciação, o Presidente José Essado mais uma vez parabenizou toda a equipe de trabalho à frente do projeto e assegurou que, com a implantação de mais uma etapa do PCP, a Agrodefesa terá um grande avanço na gestão, o que acarretará uma maior capacidade de atender a sua missão como órgão responsável pela operação da defesa agropecuária em Goiás.


Após a aprovação, Rafael Vieira assegurou: “Esse é um trabalho a muitas mãos. Hoje, ao ler todos os planos de ações das gerências fiquei extremamente satisfeito e empolgado com as melhorias que nossa casa já vem apresentando. É possível enxergar grandes avanços futuros”.

O
s consultores Tiago Borges e Warley Alves, assessores de Controle Interno da CGE, e responsáveis pela supervisão e acompanhamento da implementação do PCP na Agrodefesa, destacaram que a apresentação do Plano de Ação da DDA demonstrou de forma bem assertiva e resumida todo o esforço das equipes técnicas para cumprirem a metodologia da Gestão de Riscos. Tiago Borges vaticinou: “Resultados virão!”.

 


Plano de Ação


O Plano de Ação validado pelo Comitê Setorial tem abrangência sobre 8 (oito) gerências
e da própria Diretoria de Defesa Agropecuária, com ações que foram propostas, consolidadas e que passam a ser efetivamente executadas a partir de agora. São ações que têm objetivos, metas, prazos para execução e entregas de produtos. Todas devem ser implementadas conforme previsto, mas, também, podem sofrer alterações, correções e reordenamento, para alcance de melhores resultados.

Todo o escopo de ações validadas no Plano de Ação tem foco na melhoria dos serviços prestados pela Agrodefesa, considerando a Inspeções de produtos, subprodutos e resíduos de origem animal; eficiência no processo de emissão dos registros; eficiência da fiscalização; eficiência no planejamento, gestão e emergência dos programas e campanhas fitossanitários; eficiência no monitoramento e avaliação das ações de sanidade vegetal executadas pelos fiscais; eficiência na execução dos programas de sanidade animal; eficiência na prestação de informações junto aos programas sanitários; manutenção da acreditação da CGCRE / Inmetro e os credenciamentos junto ao MAPA; otimização nas análises laboratoriais; eficiência nos processos operacionais, gestão e elaboração dos relatórios; aprimoramento no processo de Cadastro; eficiência no processo de Educação Sanitária; dentre outros.


Equipes de trabalho


Participaram das reuniões que validaram o Plano de Ação, o presidente da Agrodefesa, José Essado; o diretor de Gestão Integrada, Augusto Amaral Rocha; o diretor de Defesa Agropecuária, Sérgio Paulo Coelho; o procurador Setorial, Márcio Potenciano; e o chefe de Gabinete, Luiz Bruno Roriz. Todos são integrantes do Comitê Setorial do PCP.


Da Secretaria Executiva, participaram: a coordenadora, Elíria Alves Teixeira; José de Souza Reis Filho, do Colegiado de Defesa Vegetal; Karla Caetano Fernandes, assessora da Diretoria de Gestão Integrada; Carlos Henrique de Castro Howes, gerente de Tecnologia; Rafael Costa Vieira, gerente do Laboratório de Análise e Diagnóstico Veterinário; Ramon Rizzo Vazques, assessor da Diretoria de Defesa Agropecuária; e Renan William Martins de Abreu, coordenador da Unidade Regional Rio das Antas – Anápolis.
E, também, os titulares e substitutos das gerências-alvo do Plano: Paulo Roberto Lucas Viana Filho (GEINSP); Janilson Azevedo Júnior (GEFISA); Márcio Antônio de Oliveira e Silva (GEFISV); Mário Sérgio de Oliveira (GESAV); Antônio do Amaral Leal (GESAN); Rafael Costa Vieira (LABVET); Anna Carla Souza Luccas (LABSEM); Hérika Xavier Costa (LABQUALI).
Outros assessores da DDA participaram dos trabalhos. São eles: Rossana Serrato de Mendonça e Silva, Jacqueline Pereira Gomes e Cícero Lopes Coelho. E a Gerente da Secretaria Geral da Presidência, Marlúcia Dutra Ramos Sousa.


Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás

 

 

 

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